Prometo não sentir sua falta em cada fim de tarde
ou talvez naquela virada na cama durante a noite.
Prometo não olhar a cada minuto o celular
ou talvez abrir mil vezes a caixa de emails.
Prometo não esperar um recado online naquele site
ou talvez uma carta na caixinha do correio.
Prometo não ficar acordada vendo filmes românticos pensando em nós dois
ou talvez chorar oceanos em cada dia que sentir saudades da sua voz.
Prometo ainda me controlar mais, não sentir ciúmes
ou talvez fingir que não ligo e nem sinto.
Prometo deixar você livre pra tomar seu caminho
ou talvez pegar um ônibus em direção à lua.
Prometo não te pressionar com perguntas
ou talvez com a mesma conversa complexa que só meus botões entendem.
Prometo não prometer mais nada
ou talvez te dar o mundo com as mãos, sorrisos, sonhos e paixão.
Prometo não te fazer prometer mais nada
ou talvez esperar ansiosa pela sua próxima promessa.
Escrito por Naty Iasmin que hoje só precisava de algo mais...
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Até breve.
Lembro bem do dia em que cheguei na sala de aula e lá no canto, tímida, te encontrei. Lembro também do primeiro "Oi" que rapidamente virou um "Venha dormir aqui em casa". Éramos tão crianças, tínhamos (se não me engano) 12 anos. Nossa cumplicidade foi ali descoberta tão sutilmente que não fora necessário encontros marcados. Lembro dos nossos dramas e corações partidos, dos códigos para passar bilhetes, lembro até de um "idioma" novo pra conversar sem preocupação.Não posso me esquecer também das nossas ótimas notas, éramos uma dupla dinâmica. Nos apaixonamos na mesma época pelas pessoas erradas, choramos oceanos de lágrimas inocentes; torcemos pro fim de semana chegar logo e podermos uma ir pra casa da outra. Já tínhamos a roupa de cama reservada em casa. Parece que foi ontem que vieram as primeiras mudanças, a escola nova, amigos novos, casa nova, vida nova, numa amizade velha que aos trancos e barrancos lutava pra permanecer viva.As correrias nos distanciavam e os objetivos de vida também. Enquanto uma gostava de rosa a outra encontrava no preto a sutileza.Sinto falta dos tempos em que tudo o que nos separava era uma noite, pois na manhã seguinte uma estaria guardando lugar pra outra. Incrível como nossos caminhos se rumaram pra opostas direções, pois enquanto eu sonho com um futuro unido, você voa livremente com suas belas asas. O mais engraçado de tudo isso é o fato de que o meu sentimento não mudou, mesmo após esses 11 anos. E que onze anos! Cometemos tantos erros e acertos. Nos arrependemos de nada, e nos compreendemos da maneira de sempre. Já nos deixamos e encontramos tantas vezes, que hoje posso dizer com toda a certeza que de todos você é a única que será pra sempre.Mesmo que esse pra sempre seja só meu, serei egoísta aqui se preciso for. Tem tanta coisa que gostaria de lhe desejar em mais essa despedida; me dá um aperto no peito imaginar que amanhã uma hora dessas, você estará a tantos KM's... e esse insano sentimento de perda se confronta com a alegria de te ver realizando mais um "sonho". É tão lindo ver quem amamos voando para um futuro próspero. Em suma quero lhe desejar aqui tudo o que no aeroporto não vou conseguir dizer. Você foi, é e sempre será minha irmã por escolha; minha melhor amiga, a que eu daria minha vida se preciso fosse. Espero que encontre o que busca nessa nova jornada, que cada dia amadureça e se transforme numa ótima pessoa (já começou bem). Se a saudade apertar lembre de todos nós que ficaremos por enquanto aqui, mandando positivas energias.
Seja feliz minha amiga! Mais feliz do que já foi ou é. Voe alto e colha os belos frutos! Sentirei sua falta, pensarei em você pelo menos uma vez ao dia; e, a cada vez que isso acontecer receberá forças.
Finalmente, lembre-se sempre do grande orgulho que tenho... por tudo.
Boa viagem! Te amo.
Até breve.
Escrito por Naty Iasmin que hoje derrama lágrimas felizes de despedida...por uma grande amiga.
sem ritmo.
Lembro bem do primeiro "oi", do último "tchau", do primeiro beijo, da última face. Aliás lembro do primeiro elogio, e por pior que pareça não esqueço a última ofensa.
Engraçada a memória da gente as vezes, esquece coisas boas e lembra das ruins. Queria eu poder esquecer cada briga, cada palavra maldita, cada mentira e talvez cada traição; queria também ser de verdade a melhor pra você, exatamente como me intitula em determinados momentos. Mas aí eu me pergunto se verdadeiramente posso ser a melhor. Talvez, ser a melhor seja um termo meramente ilustrativo e eu esteja lutando pra alcançar algo que definitivamente não exista.
E nesse vai e vem de emoções e KM's me perco em algumas esquinas. Tento, repenso, refaço e volto no marco zero.
Não sei e nem quero imaginar um EU sem VOCÊ.
Te chamo e você não responde. Te vejo e me ignora. Espero e onde está você? Falamos diferentes idiomas? Os corações já não batem mais? Ou será que o meu "assim" não é mais o mesmo que o seu?
Mas eu te prometo, não mais sofrer. Pois é com você que decidi viver e se preciso for passo por cima de mim. Se uma lágrima escorrer, será na alma pois em minha face você não vai ver!
Não vou mais ser a má, vou te deixar voar, te dar raízes pra ficar e motivos pra voltar.
EU TE AMO,pelos maravilhosos e agitados meses...E é assim que milhares de pessoas amam de verdade: tentando, brigando, lutando, acreditando, esquecendo e lembrando.
Escrito por Naty Iasmin em homenagem a todos os que amam de verdade!
Não vou mais ser a má, vou te deixar voar, te dar raízes pra ficar e motivos pra voltar.
EU TE AMO,pelos maravilhosos e agitados meses...E é assim que milhares de pessoas amam de verdade: tentando, brigando, lutando, acreditando, esquecendo e lembrando.
Escrito por Naty Iasmin em homenagem a todos os que amam de verdade!
terça-feira, 29 de março de 2011
Suas mãos.
Elas me aquecem, me afagam, me apertam.
Me benzem, me protegem, me passam.
Uma só me chama enquanto a outra me encanta!
As duas espantam minhas tensões, uma só me acena.
Conhecem meu rosto, meus olhos e meu corpo.
Com elas me divirto, com elas me perco.
Se podem, me carregam. Quando não, me guiam.
Quero um par pra cada dia da semana.
Já sinto falta desde o último toque. Já quero "bis"!
Onde vou encontrá-las? Como vou conquistá-las?
Que pele é essa que só de pensar me arrepio!
Que olhar é esse que me fez perder a direção da sua boca?
E por fim, que pensamentos aqueles que nos levaram a uma libertina aventura.
Escrito por Naty Iasmin baseado em fatos...
Me benzem, me protegem, me passam.
Uma só me chama enquanto a outra me encanta!
As duas espantam minhas tensões, uma só me acena.
Conhecem meu rosto, meus olhos e meu corpo.
Com elas me divirto, com elas me perco.
Se podem, me carregam. Quando não, me guiam.
Quero um par pra cada dia da semana.
Já sinto falta desde o último toque. Já quero "bis"!
Onde vou encontrá-las? Como vou conquistá-las?
Que pele é essa que só de pensar me arrepio!
Que olhar é esse que me fez perder a direção da sua boca?
E por fim, que pensamentos aqueles que nos levaram a uma libertina aventura.
Escrito por Naty Iasmin baseado em fatos...
quinta-feira, 17 de março de 2011
AMAR BONITO - Artur da Távola
Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar: aprendam a fazer bonito seu amor.Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito.Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito.Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender...Tenho visto muito amor por aí.Amores mesmo: bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva.Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos.Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção.Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam,descuidam, reclamam, deixam de compreender, necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões.Sim, de razões.Ter razão é o maior perigo no amor.Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão.Nem queira!!!Ter razão é um perigo: em geral, enfeia um amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada.Amar bonito é saber a hora de ter razão.Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito?De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível?Talvez não.Cheio ou cheia de razões, você separa do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer.Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito.Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança.E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia.Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama.Saia cantando e olhe alegre.Recomenda-se: encabulamentos, ser pego em flagrante gostando, não se cansar de olhar e olhar, não atrapalhar a convivência com teorizações, adiar sempre se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter', arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida.Para quem ama, toda atenção é sempre pouca.Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível.Quem ama bonito não gasta tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine cheia de brinquedos dos nossos sonhos); não teorize sobre o amor, ame.Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que sente; não dar certo e depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito).Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabiamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser.Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs.Falando besteiras, mas criando sempre.Gaguejando flores.Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil.Revivendo os caminhos que intuiu em criança.Sem medo de dizer eu quero, eu estou com vontade.Deixe o seu amor ser a mais verdadeira expressão de tudo que você é.Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto.Não se preocupe mais com ele e suas definições.Cuide agora da forma do amor:Cuide da voz.Cuide da fala.Cuide do cuidado.Cuide de você.Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.
Postado por Naty Iasmin que acha que TODOS deveriam ler.
sexta-feira, 11 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Enquanto eu não durmo, os pensamentos me consomem.
O que acontece quando olhamos para trás e vemos aquilo que estava esquecido?
Em alguns momentos me pego pensando na vida de uma maneira geral, como se ela fosse um livro que pudesse ser lido e relido sempre que me desse vontade.As vezes ouço a mesma música tantas vezes, só pra ter certeza de que a sensação que ela causa é a mesma desde a primeira vez.Algumas pessoas passaram tão rapidamente em meu caminho que até hoje não consigo dizer quando é que foram embora. Enquanto isso tudo permeia minha cabeça e me tira o sono, o frescor da madrugada entra pela janela do meu quarto, a TV fala para as paredes e a playlist toca a mesma música a mais ou menos duas horas. O céu está escuro como nunca e os meus olhos permanecem abertos como se fosse dia. Os dedos frenéticos tentam acompanhar a velocidade da ideia que tento passar para o computador e em compasso ouço ao longe os últimos carros que entram na garagem para dormir.
Todos dormem e eu me policio pra não fazer tanto barulho. Não sei se de algum modo alguém ainda me observa ou se na verdade todos os olhos já se fecharam. Volta e meia alguns flashes vem e vão em minha memória e tento em vão segurá-los.
Minha cama ainda está bagunçada da noite anterior e restos de um dia cansativo repousam no chão. Me desligo de tudo e repasso a pauta de hoje, que na verdade agora é ontem que o amanhã já é hoje; tudo tão rápido e tão bem ensaiado...
Sinto falta de quem está longe, de quem está muito longe e de quem não voltará. Vejo as fotos que adornam meu guarda roupa e um filme se forma.
Onde estão? Pra onde foram? Será que viraram estrelas? Talvez estejam dentro de mim, como parte componente da minha matéria física e espiritual.
É como se seus cheiros ainda fossem conhecidos ao meu olfato. Lembro bem dos sorrisos. Ah! Como gostava daqueles sorrisos. Sorrisos da alma, de quem foi feliz mesmo que por um minuto. Lembro também dos olhares. Lembro de como os decifrava e isso era tão assustador como instigante.
Sabe aquele chocolate quente? Pois é, eu nunca tomei. Mas teve um café que me marcou muito. Ainda tenho a Barbie ginástica, mas ela agora brinca em outras mãos; o que não quer dizer que ela não seja mais minha, ela agora tem novas mãos que a seguram.
O vestido que foi feito sob medida pra usar no Natal, não me serve mais e com certeza hoje cobre uma nova pele. Mas ele ainda é meu nas fotos que tiramos.
A meia da sorte, não teve tanta sorte pois quando ele a achou caída no chão, logo a transformou em brinquedo. Não o culpo! A carinha de piedade que ele fez quando descobri a "arte", compensou qualquer meia mordida.
Superei o medo de dormir sozinha, hoje até levanto de madrugada e caminho no escuro até o banheiro. As músicas que decorei na formatura da quarta série ainda estão fresquinhas em alguma gaveta do meu cérebro e é engraçado que as vezes me pego cantando uma ou outra.
Realizei quase todos os meus sonhos: usei gesso no braço, onde todos assinaram; usei óculos, pois perdi 0,25 da visão psicologicamente; usei aparelho nos dentes e pintei e bordei com as borrachinhas. Fugi de casa por meia hora, desidratei de tanto chorar por algo que pensei ser amor, estourei o limite do cartão de crédito com roupas, bolsas e sapatos; virei a noite dançando, acordei de ressaca, ganhei meu primeiro carro e o primeiro video game também. Ah! Assisti jogos de futebol no estádio, tomei banho de chuva, colecionei adesivos, ganhei amizades, aprendi tantas coisas boas, li tantos livros...já fiquei internada!
Hoje tenho novos sonhos, que daqui alguns anos espero tê-los realizado.Tenho medos novos também, e esses ainda terei de enfrentar.
Minha mãe sempre me disse que ninguém nasceu pra ficar sozinho, mas na verdade estamos todos sozinhos. Estranho pensar nisso, mas é verdade! Ninguém pode sentir nossas dores, medos, angústias; não podem ler nossos pensamentos e nem ser nós mesmos. Daí eu pergunto: No que se resume a vida? Amor? Sonhos? Família? Amigos? Festas? Viagens?
E isso me leva a refletir sobre a amizade, o que é a amizade? Ou melhor qual é a melhor maneira de ser um amigo? Alguém me diz a receita?
Não vou discorrer sobre o assunto, pois ainda estou aprendendo...
Nesse momento, ouço o som do silêncio e sinto que de certa maneira meu pensamentos começam a se acalmar. Talvez seja a hora de dormir, assim amanhã quando eu acordar, terei milhares de novos pensamentos que me consumirão novamente...
Escrito por Naty Iasmin que hoje não sabia ao certo o que queria dizer, talvez os pensamentos conseguiram ser mais rápidos que os dez dedos. Olha! dez é o número de vezes que escutei a mesma música enquanto escrevia.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Sempre que quero você!
Sempre que quero você por perto olho as nossas fotos, releio os emails e ouço as músicas.
Sempre que quero você entro na loja de perfumes e peço uma amostra do que você usa.
Sempre que quero você fecho os meus olhos e vejo os seus a me olhar.
Sempre que quero você uso aquela camiseta esquecida em meu guarda-roupa no fim de semana passado.
Sempre que quero você relembro seu toque, escuto sua risada e sem querer te vejo do meu lado.
Sempre que quero você te ligo 356 vezes, te visito 53 e te esqueço só pra lembrar...
Sempre que quero você deixo meu coração me levar até o seu e ali fico até adormecer.
Sempre que quero você te conto meus segredos, mostro meu livro de sonhos e escrevo um poema novo.
Escrito por Naty Iasmin...
Sempre que quero você entro na loja de perfumes e peço uma amostra do que você usa.
Sempre que quero você fecho os meus olhos e vejo os seus a me olhar.
Sempre que quero você uso aquela camiseta esquecida em meu guarda-roupa no fim de semana passado.
Sempre que quero você relembro seu toque, escuto sua risada e sem querer te vejo do meu lado.
Sempre que quero você te ligo 356 vezes, te visito 53 e te esqueço só pra lembrar...
Sempre que quero você deixo meu coração me levar até o seu e ali fico até adormecer.
Sempre que quero você te conto meus segredos, mostro meu livro de sonhos e escrevo um poema novo.
Escrito por Naty Iasmin...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Motorista ou passageiro
Passam os dias, as noites, as semanas, meses e anos.
Passo eu e passa você.
Passam as estações, datas comemorativas e planos.
Passa você e passo eu.
Passam os carros, as ruas, os semáforos e radares.
Passo eu e passa você.
Passam os pássaros, as nuvens, o Sol e as flores.
Passa você e passo eu.
Enquanto a vida passa, somos todos passageiros.
É como um carro em uma rodovia e nós ali no banco.
A questão é: seremos o motorista ou o passageiro?
Tudo o que precisamos é depois chegar em casa e repousar...
Escrito por Naty Iasmin que hoje será passageira...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Ano novo, Eu novo/velho
Sou à flor da pele, a chuva que molha a grama e a crisálida que logo será uma borboleta. Sou minha mãe e meu pai, meus amigos e animais.Sou as palavras que escrevo, as lágrimas que choro e os sorrisos que dou de presente. Sou o cor de rosa do meu quarto e objetos, as músicas que ouço e ninguém conhece, sou o sacolejo do esqueleto em compasso com o ritmo...Depois disso tudo, sou o stress do dia-a-dia, as mentiras que já contei, as frases que completei, os erros que cometi e as lições que aprendi. Sou as amizades que perdi, as noites sem dormir, as jujubas e besteiras que comi e o perfeccionismo com o qual nasci.Sou a alegria de uma criança no Natal, a fome de outra que nem comida sabe o que é, o medo do trovão e o astronauta-bombeiro-cientista. Sou a força misturada à delicadeza da Flor Branca, sou a Naty, a Natashe Iasmin, o meu amor, a solidariedade e a fé de um mundo melhor e igual para todos.
Escrito por Naty Iasmin enquanto somava seus depoimentos.
Escrito por Naty Iasmin enquanto somava seus depoimentos.
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